interpretações.

Hoje vi colado na janela do ônibus um anúncio de um palhaço, animador de festas, e comecei a imaginar alguém no futuro usando isso pra escrever textão, refletindo sobre a suposta necessidade de nós, do passado, em ter uma pessoa exclusivamente para “animar” a festa, como se fôssemos tão incapazes de fazer isso por nós mesmos, como se tivéssemos achado formas de tornar profissão toda e qualquer habilidade, como se as comemorações fossem meras reuniões de pessoas tentando manter aparências e que não tinham tanta afinidade entre si pra tornar a festa animada por si sós. E agora essa “reflexão” não cabe mais a um ser futuro, mas do presente, de forma meio aleatória numa viagem de ônibus a caminho de mais um dia de trabalho.

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