the house of small cubes, o velho e o mar e a trajetória.

Pode conter spoilers.

Teoricamente estou de férias da universidade, na prática estou fazendo qualquer coisa menos o que eu queria fazer quando tivesse de férias, haha. Como? Não sei, e daqui a pouco elas se vão e a lamúria vai prosseguir. Comprei material pra fazer um quimono de crochê, veremos se vai prestar.

Por incrível que pareça, depois que terminei Catcher in the rye minhas leituras andaram e vai ficar faltando só um livro da meta que elaborei. No mesmo dia que assisti um curta chamado The house of small cubes (tem na Netflix), conclui a obra O velho e o mar, e os dois se conectaram de uma forma legal pra mim, de uma forma que provavelmente não vou conseguir expressar tão bem aqui. Os dois falam de jornadas, trajetórias, de seguir em frente, se agarrando ao sentimento que restou. Foi impossível não me emocionar com o curta, ainda mais porque no dia eu estava me sentindo apegada demais ao que estava submerso e sem perspectivas de construir algo novo (quem assistir vai entender). Quando peguei O velho e o mar, a vibe já tinha passado um pouco e acabei me emocionando de uma forma mais positiva, apreciando a perseverança e esperança daquele senhor. No início acreditei que não iria gostar tanto do livro, não estava acontecendo nada demais e eu nunca li um livro envolvendo o mar e esse tipo de coisa. Acabou sendo uma ótima surpresa ler os pensamentos do velho sozinho, tentando afastar os pensamentos negativos pra sobreviver. Acabei lembrando até das aulas de administração, pelo foco e estratégia que ele demonstrava.

Um post legal que li esses dias e tem a ver com tudo isso que falei foi o Alguns erros não foram feitos para serem corrigidos no Papo de Homem, fica a recomendação. Também achei interessante o Saiba como é viver com ansiedade de desempenho no Psiconlinews, infelizmente me identifiquei um pouco, talvez bastante… Deve ter relação com a bad que citei antes… É meio estranho saber que dão esses nomes pra algo que você imagina que seja rotineiro, pois algumas coisas imagino como sendo apenas eu, o jeito que funciono, não uma “doença”.

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